O balconista

Para divertir:

O balconista de uma loja de roupas finas consulta discretamente o gerente:
- O freguês quer saber se aquele conjunto de lã importado encolhe.
- Ele já experimentou?
- Já.
- Ficou pequeno?
- Não, ficou grande.
- Então diz que encolhe.

Um sujeito acaba de conseguir um cargo de vendedor em uma loja que vendia de Tudo. Terminado o primeiro dia, o gerente da loja pergunta:
- Como foi seu primeiro dia? Quantas vendas você fez?
- Fiz apenas uma venda – responde o vendedor.
- Uma só? – espanta-se o gerente – Mas todos os outros vendedores fazem de 20 a 30 vendas por dia… E de quanto foi esta venda?
- R$ 145.350,00, responde o vendedor.
O gerente arregala os olhos. Uma venda daquele valor era realmente inusitada.
- Como é que você conseguiu isto? Pergunta, o gerente, intrigado.
- Bem, – responde o vendedor – vendi a este cliente um anzol pequeno, um médio e um grande. Vendi os três tipos de linhas para cada tipo de anzol e também todos os apetrechos para pesca. Ao perguntar-lhe onde ele iria pescar e obtendo a resposta de que pretendia ir ao litoral, informei-lhe de que seria necessário um barco. Ele então comprou o de 22 pés, cabinado, com dois motores. Como o carro dele não seria capaz de rebocá-lo, vendi-lhe uma Pick-up…

O gerente o interrompe:
- Você fez esta venda para um sujeito que entrou pedindo um anzol?
- Bem, – responde o vendedor – na realidade, o sujeito veio me perguntar onde havia uma farmácia. Perguntei-lhe o que ele iria comprar lá, e soube que seria um OB para sua esposa. Aproveitei e comentei: “Já que seu fim-de-semana foi pro saco mesmo, que tal uma pescaria?”

A primeira lei de Vendas!

A primeira lei de Vendas!

Toda profissão, toda atividade humana, tem suas regras, suas leis.

Com vendas não é diferente, e sempre que me perguntam se para vender tudo é permitido, a resposta é um estrondoso NÃO!

Para um venda ter sido bem sucedida, para um vendedor ser bem sucedido e uma empresa ter sucesso comercial é incondicional que esta transação de venda tenha criado valor para quem adquiriu o produto ou serviço.

Se como vendedor você criou valor para outra pessoa, como vendedor você fez o que se espera da sua profissão e então pode, e deve, ficar com parte deste valor criado.

Se sua única intenção é fazer dinheiro apenas para você, sem criar valor para terceiros, você não está vendendo, você está se aproveitando de alguém.

Criar valor significa que o que você vendeu tenha satisfeito a necessidade de outra pessoa ou empresa. Se não gerou satisfação, não criou valor, não foi uma boa venda e certamente vai trazer prejuízos, financeiros ou de imagem, para você como vendedor, para sua empresa, para a marca do produto, para o prestador de serviço.

Por isso a atividade de vendas e as responsabilidades do vendedor não se resumem mais a cuidar da transação da venda. O vendedor cada vez mais se preocupa com a qualidade do produto, da prestação do serviço, do transporte, da entrega ou instalação, da embalagem, do tempo de validade, da aplicação das garantias e até com as devoluções quando são necessárias.

Se a primeira lei de vendas não funcionar, o valor não for criado e a necessidade do cliente não for satisfeita, todo o resto não vai funcionar.

Bons vendedores sabem disso, respeitam a lei e fazem de tudo para outros respeitarem também.

Vendedor é muito mais do que Vendedor!

Vendedor é muito mais do que Vendedor!

Embora todas as ações do Marketing especialmente a propaganda tenham atraído, e cada vez mais, a atenção para o consumo, a venda pessoal, a atividade diária do vendedor é a parte mais importante no processo de concluir uma venda para a grande maioria das empresas.

E o quê se espera de um vendedor? Que ele venda, claro.

Mas um vendedor, para a sociedade, para a empresa e para o cliente é muito mais do que alguém que operacionaliza a compra e venda de produtos ou serviços.

Vendedores desempenham papel fundamental na manutenção do estímulo econômico, em economias cada vez mais instáveis, com ênfase em competição global (olha quanto produto da china ai…), clientes cada vez mais exigentes e concorrência mais e mais acirrada, é o vendedor que faz a diferença em manter empresas e a economia em crescimento.

Vendedores também tem uma função determinante na difusão da inovação, são eles que apresentam novas ideias e soluções a clientes, indústrias e setores, a partir da confiança que conquistam passam a ser a fonte de informação mais importante para a adoção de novas ideias.

Para as empresas a força comercial é (ou deveria ser, muita empresa não se percebe disso) fonte riquíssima de informação de mercado, feedback de clientes (sobre qualidade de produtos, serviços de entrega, faturamento, cobrança e até sobre concorrência) que com um programa simples de coleta e tratamento destas informações a empresa pode orientar suas áreas de marketing, desenvolvimento de produtos, produção, serviços e frequentemente a alta gestão sobre movimentos de mercado.

Dar ouvidos aos vendedores é dar ouvidos ao futuro.

Por fim, vendedores tem sido cada vez mais, excelentes opções para posições de gestão dentro das empresas. Se unirmos os conhecimentos de produto e mercados, com habilidades e conhecimentos em gestão, as empresas sabem que terão cada vez mais facilidade em se orientar ao cliente, estratégia cada vez mais fundamental neste mundo econômico super competitivo.

Muito bem vindos ao blog Venda Leal!

Olá pessoal,

Muito bem vindos ao blog Venda Leal!

Meu nome é Marcelo Leal*, sou diretor da consultoria Vendas3i especializada em trazer resultados comerciais através de programas estratégicos de vendas, métodos de processos em vendas e desenvolvimento de equipes comerciais.

Aqui neste blog estaremos sempre falando na arte e ciência de vender. Vender mais, com mais qualidade, mais eficiência, mais resultados e mais prazer também!

Práticas, boas histórias, técnicas, métodos, conceitos, tudo o que torna a atividade de vendas, minha, nossa paixão!

Como você, vivo e sou apaixonado por esta profissão, descobri que era este meu caminho quando aos 14 anos precisava de dinheiro para trocar minha bicicleta. Na época a televisão vinculava a propaganda: “- Não se esqueça da minha Caloi!” Pois bem, meu carrinho de rolimã estava parado então tive a iniciativa de vendê-lo a um amigo que morava na rua de baixo chamado Klaus, que já tinha um carrinho, até melhor do que o meu, para contornar a situação sugeri que ele ficasse com o meu como reposição, peças, como uma equipe de corrida. Até encontrei-o recentemente no Facebook e demos boas risadas com esta e outras histórias…

Junto com seus comentários e participação vamos tornar este espaço um ambiente para aprendermos e nos divertirmos também, tudo em prol de melhorar nosso desempenho em vendas!

Grande abraço,

Marcelo

(*) Marcelo Leal, 45 anos, é Graduado em Marketing, pós-graduado em metodologia de ensino e desenvolvimento de pessoas, MBA em Business IBMEC, Vendedor há 30 anos, professor em disciplinas de Vendas e Marketing e consultor com mais de 20 anos no contato direto com áreas comerciais, co-autor do livro “Ser Mais Inovador em RH”.