Centralizadores. . . .

Temos vivido tempos de mudanças nas organizações, em função direta da crise ética, política e econômica que a maioria dos setores da economia está vivendo. Existem empresas que se superam e crescem na crise, entretanto outros ficam cada vez mais chafurdados na lama.

A figura do empreendedor,  segundo Robert Kiyosaki autor do livro “Pai Rico Pai Pobre”, lançado em 97 países, está cada vez mais na berlinda, pois noventa por cento do dinheiro do mercado, fica disponível  para dez por cento das pessoas, que são os investidores e empreendedores. Os outros dez por cento do dinheiro é compartilhado entre noventa por cento da população, que é composta por empregados, profissionais liberais, professores entre outros.

Percebi  que entre algumas das características desses empreendedores, que acessam 90% de toda a grana do mercado, está a centralização.  Não é fácil de conviver com tal comportamento, mas é natural, na medida em que Eles se dedicaram tanto a um negócio e correram atrás do seu sonho que quando o materializa este se torna seu “filho” mais velho.

Outra característica em comum é o excesso de comprometimento com que as empresas foram sonhadas, planejadas e geradas.  Por vezes é difícil identificar onde começa o dono e onde acaba a empresa, onde começa a empresa e onde acaba o dono. Eles se fundem & confundem!  Mas o mercado assistiu, com desconforto, o ruir de dezenas de empresas brasileiras pedindo concordata ou recuperação judicial, pois o sonho do empreendedor não foi compartilhado com o board de maneira adequada, fazendo com aquela ambição positiva e o drive de negócios não tivesse um sucessor natural. Por isso que em trajetórias bem sucedidas de empresas, especialmente as familiares,  nunca fez tanto sentido se comprometer com seu trabalho ao ponto de provocar no centralizador a percepção de Sua importância e com isso, obter mais tarefas estratégicas e maiores responsabilidades  tornando a vida do “dono”, um pouco  mais leve, mais tranquila e com menos atribuições.

E com isso o sonho da longevidade passa a ser apenas mais uma estratégia de perenidade, e não um pesadelo como vemos por aí. Muitas grandes empresas que dominaram o mercado no passado, foram para a UTI e não estão mais entre nós… . Meu velho pai, hoje com Mal de Alzheimer, me disse numa ocasião de muita lucides, à cerca de 20 anos atrás: – Cerque-se de pessoas melhores que Você e terá sucesso.

Você que é gerente, o que tem feito para atrair um time mais comprometido e compartilhar ainda mais responsabilidades  agregando ao seu dia a dia, novos desafios?  Se prepare, estude e se desenvolva. Bons negócios e confiança para compartilhar sonhos e objetivos! Visite: www.vendas3i.com.br